Negociadores encerraram a cúpula climática com um acordo mínimo: adotar uma metodologia comum para reportar emissões a partir do ano que vem. O texto não fixa metas novas de corte, mas cria um calendário de revisão a cada dois anos.
Países em desenvolvimento obtiveram uma cláusula de financiamento técnico para sistemas de medição. Já as economias avançadas resistiram a prazos mais curtos de descarbonização da indústria pesada.
Ambientalistas classificaram o resultado como tímido, mas melhor do que o impasse das rodadas anteriores. A próxima conferência deve tratar de mercados de carbono e de adaptação em cidades costeiras.